Backup: conceito geral, tipos e erros mais comuns; entenda

Backup: conceito geral, tipos e erros mais comuns; entenda

Você contrata o seguro do carro e, ao se deparar com um acidente, descobre que não fez um bom negócio. É mais ou menos isso que acontece com o backup. Então, hoje vou falar dele, esclarecendo seu conceito, falando dos tipos, erros e importância.

Infelizmente, muita gente ainda não sabe como funciona o backup, embora às vezes tenha consciência do valor cada vez maior das informações armazenadas. Em geral, é preciso buscar melhores alternativas para ter cópias de segurança de fato seguras.

É graças ao backup correto que podemos ter certeza que nossos dados estarão sempre protegidos e disponíveis. E existem vários tipos dele, e alguns enganos também. Vou explicar tudo nos próximos parágrafos. Não perca!

Backup: o que é exatamente?

Há diversas definições por aí, mas o conceito geral de backup diz que é a cópia de arquivos, pastas ou discos completos (físicos ou virtuais) para sistemas de secundários de armazenamento, de forma que os dados sejam preservados em caso de problemas.

Mantendo o backup em dia, evitamos ou, no mínimo, reduzimos a perda total e definitiva de informações. Desde que ele seja feito corretamente. O que nem sempre acontece, seja nas residências ou até em empresas.

Não é raro encontrar usuários domésticos e corporações que recorrem a soluções como pen-drives, discos, servidores de terceiros (nuvem), mídias ópticas ou sistemas em fita.

Aparentemente, fazer backup é simples, certo? Você copia os arquivos em outro lugar e, pronto! Esta parte, sim, pode até ser fácil…

Mas não basta colocar em prática o conceito, uma vez que costumam acontecer falhas, humanas ou nos equipamentos e processos. Sem falar nas atualizações normais dos conteúdos. Por exemplo: arquivos corrompidos, alterados e/ou excluídos. Portanto, é preciso ter estratégias.

Quais os tipos de cópias de segurança?

  • Completo – Bem como o nome já diz, é feita uma cópia de todos os arquivos para o diretório de destino ou dispositivos correspondentes, não importa a versão anterior ou se foram realizadas mudanças nos arquivos desde o último procedimento.

Dessa maneira, sobre o conceito de backup, este tipo é o primeiro que vem à mente da maioria: guardar TO-DAS as informações. E também é o ponto de partida para os outros formatos.

  • Incremental – Com ele, ocorre a checagem do horário de alteração do arquivo, para conferir se é mais recente que o último backup. Assim, se não for, o dado não modificado pode ser ignorado.
  • Diferencial – É similar ao incremental, pois ambos podem proteger apenas os arquivos alterados. Entretanto, o diferencial é acumulativo, isto é, dados renovados continuam a ser inclusos em todos os backups diferenciais, até o próximo backup completo.
  • Delta –  Guarda a diferença entre as versões correntes e anteriores dos arquivos. A partir de um backup completo, a cada novo, são copiadas somente as informações que foram trocadas.

Ao mesmo tempo, são criados hardlinks para os dados inalterados desde o último armazenamento.

Faça backup

O que não é backup?

Anos de experiência em TI trouxeram algumas lições que ultrapassam o entendimento da definição. São elas: RAID não é backup, assim como cluster e replicação também não são.  Ainda tem mais: quando falamos neste tema, é impossível não citar o monitoramento. Eles são básicos.

Para saber mais sobre isso, indico este post aqui do blog. Vai lá conhecer a história real de um amigo que um dia me ligou chorando porque perdeu arquivos, e confira o desfecho dela.

Espero, sinceramente, que nada assim aconteça com você ou sua empresa. Cuide bem do seu backup e até a próxima!

Saiba mais:

https://www.tecmundo.com.br/seguranca-de-dados 

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